Solar Energy do Brasil é líder em geração de energia elétrica solar no país

Solar Energy 29 de dezembro de 2015

SolarEnergyEmpresa que alia economia na conta de luz a conceito de sustentabilidade está se transformando em franquia para aumentar capilaridade

Quem pensa que transformar raios solares em energia elétrica é coisa do futuro, pode se acostumar porque o futuro chegou. Boa parte dessa popularização da energia elétrica solar é graças ao trabalho que vem sendo executado pela Solar Energy do Brasil, empresa líder no segmento. Fundada em 2011, pelos irmãos Henderson e Hewerton Martins, a companhia que nasceu como uma startup em Curitiba, Paraná, já ganha ares de grande empresa com atuação em território nacional.

Tudo começou com a possibilidade de a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, permitir a produção de micro (até 75kW) e minigeração (até 5mW) de energia por qualquer brasileiro. A resolução 482 só foi lançada em 17 de abril de 2012, um ano depois dos irmãos começarem a empreitada. “Não esperávamos que fosse demorar tanto, mas ao mesmo tempo, foi um período muito importante para criarmos as bases do negócio, desenhando o planejamento estratégico e traçando cenários possíveis”, lembra Hewerton.

De lá para cá, já foram mais de 300 projetos de instalação e manutenção de painéis solares, nas áreas residencial, comercial e industrial, que geraram cerca de 1mW de energia, o equivalente a mais de R$ 1 milhão que os clientes economizaram em contas de luz. Isso sem falar no volume de CO2 que deixou de ser emitido. “A energia solar só tem benefícios. Ela reduz a conta do consumidor, ajuda o meio ambiente e ainda contribui para postergar os pesados investimentos em infraestrutura para a ampliação do parque elétrico nacional”.

Funcionamento – Assim que uma pessoa demonstra interesse em começar a gerar sua própria energia a partir dos raios solares, a Solar Energy apresenta um estudo preliminar do telhado, considerando a área disponível, a incidência de luz e a média de uso de energia pelo cliente. Com o orçamento aprovado, a empresa parte para o processo regulatório junto à concessionária local e depois para a instalação dos painéis fotovoltaicos e do inversor, que vai converter a energia gerada pelo sol para uso final. O procedimento demora entre 90 e 150 dias, variando de uma concessionária para outra.

O sistema é simples. Durante o dia, com a incidência da luminosidade solar, a energia é gerada. Aquilo que não é consumido origina um crédito junto à concessionária. Durante a noite, o usuário utiliza a energia que vem da concessionária, mas como tinha créditos, não paga por ela. Se produzir mais do consumir, fica com bônus válidos por até 36 meses. Dá até para transferir de uma casa de praia, por exemplo, para um escritório ou apartamento, desde que seja de uma mesma concessionária. Na prática, o consumidor paga apenas a tarifa mínima mais os impostos, como PIS e Cofins, além de ICMS, que varia entre os estados. Um ponto importante é que a energia elétrica solar não tem nada a ver com aquecimento solar, que apenas aquece água. “Geramos energia elétrica comum, capaz de abastecer qualquer eletrodoméstico ou eletroeletrônico. Por isso, tanta economia”, garante.

O investimento varia de acordo com o perfil de uso do cliente e a sua disponibilidade para captação de luz solar, já que o que gera energia é a luz e não o calor. Em média, os sistemas custam em torno de R$ 25 a R$ 30 mil e tem vida útil de cerca de 25 anos. Geralmente, o retorno do investimento se dá após o sexto ano. Daí em diante, o cliente terá apenas lucro, pagando a tarifa mínima da concessionária. “Nossos clientes residenciais conseguem economizar em torno de R$ 3.500 mil/ ano com as contas de luz. Isso quer dizer que do sétimo ao vigésimo quinto ano, ele terá tido uma economia de mais de R$ 66 mil”, pondera. A empresa oferece cinco anos de garantia e assistência técnica em todo o país.

Excelência - Por ter nascido antes mesmo da resolução 482, que permitiu a geração individual de energia, a Solar Energy saiu na frente, sendo pioneira nesse mercado. Um de seus maiores diferenciais é a fabricação própria do inversor, um equipamento indispensável na composição dos sistemas de energia elétrica solar. O produto é testado e aprovado pelo Inmetro nas normas técnicas ABNT NBR 16149 e NBR 16150. A produção desse inversor é feita em Aparecida do Taboado, localizada no Mato Grosso do Sul, e abastece tanto os projetos da Solar Energy quanto os de outras empresas do setor. O sistema todo de energia elétrica solar tem produção 100% brasileira.

Outro diferencial é que a empresa desenvolveu um aplicativo para os clientes monitorarem a sua geração de energia em tempo real. Nele, o usuário acompanha a produção no momento, o histórico, o total acumulado no dia, mês e ano. Dá para ver também o tanto de dinheiro que economizou e quantos quilos de CO2 deixou de emitir ao meio ambiente. “Essa foi uma solução bem simples e prática que encontramos para mantermos os nossos clientes de olho na economia que estão gerando”, esclarece Hewerton. Além disso, todos os equipamentos usados pela empresa são calibrados e homologados para certificação de instalações fotovoltaicas com ensaios na ABNT, de acordo com a nota NBR 16.274.

Os projetos da Solar Energy também possuem duas importantes certificações: o Selo Solar e a Certificação Leed. O Solar visa reconhecer empresas, residências e instituições públicas e privadas que investem em eletricidade solar. Quem tem a certificação mostra que aposta em uma energia renovável e de baixo impacto para o meio ambiente, além de ajudar a promover essa causa. Já o Leed é um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações, utilizado em 143 países, e que possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações.

Perspectivas – Com todos esses atributos, as perspectivas de crescimento da Solar Energy são enormes. E não é para menos. Em dezembro, foi lançado pelo Ministério de Minas e Energia, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica, o ProGD. O Programa prevê um investimento de aproximadamente R$ 100 bilhões até 2030. “A expectativa é que até lá existam 2,7 milhões de unidades consumidoras, entre residências, comércios, indústrias e o setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 mW de potência instalada. Hoje são pouco mais de mil consumidores de energia elétrica solar em todo o Brasil”, explica. Para atingir essa meta, o governo pretende investir em programas de habitação popular, como o Minha Casa Minha Vida.

Além disso, a Solar Energy está encabeçando um projeto pioneiro de financiamento para instalação dos sistemas de energia elétrica solar. “Já conseguimos negociar com o banco Santander um financiamento com taxa de juros de 2,10% ao mês. Assim, nossa proposta é fazer o cliente trocar a conta de luz por uma parcela de geração de energia limpa e renovável que, diferentemente da conta, vai acabar, dando a ele total autonomia sobre sua geração de energia”, sugere. A empresa também estuda a obtenção de um seguro, capaz de reduzir ainda mais essa taxa de juros.

Essas possibilidades devem atrair novos players, como estabelecimentos que consomem muita energia, mas estão categorizados em grupos de consumo estabelecidos pelas concessionárias com tarifas mais altas, igual ao de residências. “Vemos muitas possibilidades de negócios em pontos comerciais, como açougues e pet shops, além de hospitais, escolas e empresas de alimentação, que precisam manter seus produtos refrigerados, consumindo muita energia e pagando caro por ela”.

Franquia – Frentes de atuação existem muitas e, para atender cada uma delas com a devida atenção, a Solar Energy está buscando a expansão por meio de franquias. Dessa forma, pretende aumentar a capilaridade da marca e reduzir os custos de instalação dos sistemas de energia elétrica solar. A empresa já possui uma unidade modelo na cidade de Maringá, no Paraná. Até o primeiro semestre de 2016, a companhia pretende ter dez unidades piloto.

O foco da expansão são as regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, que concentram as maiores tarifas de energia do Brasil. Os destaques são os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Paraná, recordistas nas tarifas. “Nesses estados o apelo para a economia de conta de luz é maior, o que faz o consumidor estar mais aberto às possibilidades de geração da própria energia”, esclarece o sócio-fundador.

A ideia é que a franquia cuide apenas dos projetos residenciais, deixando os comerciais e industriais, que são mais complexos, a cargo da franqueadora. “Queremos que o franqueado se preocupe apenas com a venda, instalação e manutenção dos equipamentos. Toda a parte técnica dos projetos deve ficar com a Solar Energy”. O perfil procurado é o de um investidor clássico, que não necessita de conhecimentos específicos na área. O investimento inicial é de R$ 500 mil.

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