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	<title>InformaMidia</title>
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	<description>Comunicação Empresarial</description>
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		<title>Artigo &#8211; Campanha eleitoral 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
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		<description><![CDATA[A última pesquisa realizada pelo Ibope aponta uma diferença de vinte e quatro pontos entre os dois principais candidatos à presidência da república. O contestado horário eleitoral - cuja eficácia tem sido colocada à prova - parece ter beneficiado a candidata petista. Dossiês e ataques à parte, ao que tudo indica, teremos uma nova moradora no Palácio da Alvorada. Outros palácios, tais como Ondina, Campos da Princesa, Laranjeiras e Araucárias parecem seguir o mesmo destino.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-520" title="moritao" src="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>Por Marcos Morita</p>
<p style="text-align: justify;">A última pesquisa realizada pelo Ibope aponta uma diferença de vinte e quatro pontos entre os dois principais candidatos à presidência da república. O contestado horário eleitoral &#8211; cuja eficácia tem sido colocada à prova &#8211; parece ter beneficiado a candidata petista. Dossiês e ataques à parte, ao que tudo indica, teremos uma nova moradora no Palácio da Alvorada. Outros palácios, tais como Ondina, Campos da Princesa, Laranjeiras e Araucárias parecem seguir o mesmo destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cenário modorrento, a campanha da candidata do Partido Verde é uma das grandes novidades. O uso das plataformas e redes sociais aparece como uma saída ao tempo reduzido na televisão. Centenas de milhares de internautas seguem a ambientalista em redes como Orkut, Twitter e Facebook. Outra inovação foi o canal de doações via cartão de crédito e débito, através do qual pessoas físicas colaboram com pequenas quantias.</p>
<p style="text-align: justify;">O atual presidente americano utilizou com maestria o aspecto viral e democrático da web. Centenas de perfis em redes sociais, anúncios em jogos eletrônicos, concursos, doações de pessoas físicas, aplicativos para celulares e vídeos foram algumas das estratégias utilizadas. O viral “yes we can”, adaptação de um discurso do então candidato em forma de rap, tornou-se um dos grandes sucessos do YouTube.</p>
<p style="text-align: justify;">Os candidatos terão de se adaptar à nova maneira de fazer política, utilizando as redes sociais, blogs e comunidades como ferramentas de relacionamento &#8211; fenômeno conhecido como web 2.0. Nesta nova configuração, eleitores passarão de meros espectadores a formadores de opinião, trocando informações e colaborando para o desenvolvimento e divulgação de conteúdo e de campanha. Vejamos então, algumas dicas aos iniciantes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Twitter: </strong>Evite formalismos, afinal não há espaço para isso em apenas 140 caracteres, Ofereça conteúdo, seja rápido nas respostas e não limite-se a apenas reagir aos comentários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>YouTube:</strong> Customize o seu canal, colocando suas cores, informações principais e links relevantes, deixando-o com a sua cara. Prestigie a organização, criando listas, descrições, datas e um breve descritivo de cada vídeo. Busque outros canais e vídeos relacionados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redes Sociais:</strong> As redes têm enorme poder viral. Pequenos deslizes podem se tornar um pesadelo na imagem de qualquer um. Assuma sua identidade, evitando entrar em discussões de maneira anônima.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aplicativos:</strong> A explosão no número de smartphones e a expansão das redes celulares de alta velocidade indicam que a web será cada vez mais acessada por dispositivos móveis. Para aproveitar este <em>boom</em>, crie programas úteis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sites e blogs:</strong> Crie-os de maneira a facilitar a formação de grupos ao seu redor. Desta maneira o público poderá trocar informações e convidar amigos, aumentando de maneira exponencial os comentários e o burburinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Como corolário, as ferramentas disponíveis na web 2.0 devem ser consideradas pelos partidos como um importante canal de comunicação entre candidatos e eleitores. A falta de diálogo, presente no horário eleitoral gratuito pode ser explorada pelos candidatos e eleitores pelas novas plataformas. Contudo será necessário ao candidato, algo que mais do que palavras soltas, rimas, abraços e apertos de mãos fortuitos em ruas de grande movimento e feiras livres, entre um pastel e uma garapa. Sorte de quem tiver conteúdo para apresentar.</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contato:</strong> <a title="mailto:professor@marcosmorita.com.br" href="mailto:professor@marcosmorita.com.br" target="_blank">professor@marcosmorita.com.br</a> / <a title="http://www.marcosmorita.com.br/" href="http://www.marcosmorita.com.br/" target="_blank">www.marcosmorita.com.br</a></p>
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		<title>Artigo &#8211; Fidelização: o desafio do século XXI</title>
		<link>http://www.informamidia.com.br/2010/08/fidelizacao-o-desafio-do-seculo-xxi/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[Basta uma simples ida ao supermercado ou shopping center para notar a vasta quantidade de marcas que encontramos para um mesmo tipo de produto. Cada um tem suas promessas, qualidade e custo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/EduardoPrzybilski.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-479" title="EduardoPrzybilski" src="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/EduardoPrzybilski-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>Por Eduardo Przybylski</p>
<p>Basta uma simples ida ao supermercado ou shopping center para notar a vasta quantidade de marcas que encontramos para um mesmo tipo de produto. Cada um tem suas promessas, qualidade e custo.</p>
<p>Sob a ótica de consumidores, fazemos as escolhas com base nos critérios que estabelecemos como prioritários. Já do ponto de vista de fabricantes ou distribuidores, somos desafiados a analisar nossos produtos e os de nossos concorrentes a fim de ressaltar o que temos de melhor, nossos pontos fortes.</p>
<p>Este destaque de nossas qualidades se dá por meio de uma comunicação clara e eficiente, que visa fixar essas informações na mente dos consumidores. Vale ressaltar que mais importante que estar presente no mercado é saber de que forma se é visto pelos seus potenciais clientes.</p>
<p>Ter uma avaliação positiva dos consumidores significa ter chances aumentadas de fazer parte de sua lista de compras hoje e no futuro. Eis que surge o fenômeno da fidelização, um predicado que se torna cada dia mais indispensável para qualquer marca &#8211; independentemente de segmento.</p>
<p>Por se tratar de uma promessa, a marca carrega consigo vários atributos que precisam ser passados aos seus consumidores. Essa marca é boa porque lava melhor. A outra porque rende muito. E assim por diante, sendo avaliadas sempre por suas características de destaque.</p>
<p>O canal é uma peça fundamental no transporte dessas promessas até o consumidor final. Principalmente em mercados pequenos ou em locais onde a comunicação por si só não consegue levar esses conceitos, é seu papel reforçar a marca e demonstrar o quão forte ela é.</p>
<p>Independentemente do mercado, público ou consumidor, o ato da compra vai se basear sempre em fatores que a marca possibilitou ao consumidor observar. O canal deve repassar isso de forma clara e objetiva. O revendedor ou distribuidor devem defender a marca.</p>
<p>De certa forma, o processo de fidelização ocorre em escala, onde um distribuidor que defenda a marca repassa os produtos para os revendedores, que por sua vez, convencidos da qualidade que a marca oferece, repassam isso aos seus consumidores que entendem, acreditam e retornam para comprar mais de determinado produto.</p>
<p>Para que isso funcione, é indispensável que a marca treine, instrua e acompanhe todo o processo do canal, evitando assim desgastes e possíveis ruídos na comunicação. Destruir uma marca é muito mais rápido do que parece e, normalmente, acontece por situações que se tivessem sido previstas, poderiam ser facilmente evitadas. Fortalecer os laços dentro do canal também significa fortalecer mais um ponto de contato da marca.</p>
<p>Construir uma marca é uma tarefa árdua, longa, mas que quando bem desenvolvida gera retorno sobre o investimento. Fidelizar a marca através dos atributos é o melhor cenário possível. O custo é mais baixo e o retorno, muito maior. Quando um consumidor defende uma marca, não esta defendendo apenas a marca, está defendendo aquilo que ele acredita, aquilo que ele segue. Ele passa a ser o sonho cliente de toda empresa, o consumidor fiel.</p>
<p><strong>____________________________________________________________________________________________</strong><strong> Eduardo Przybylski </strong>é designer de informação da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</p>
<p><strong>Contatos:</strong> <a href="mailto:eduardo@dbrain.com.br/">eduardo@dbrain.com.br/</a> <a href="http://www.dbrain.com.br/">www.dbrain.com.br</a></p>
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		<title>Artigo &#8211; Redes sociais: as relações humanas ao longo tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Facebook, maior rede social do mundo, divulgou recentemente que seis milhões de brasileiros estão presentes na empresa criada por Mike Zuckeberg. Apesar do contingente, ainda está longe do líder Orkut, com vinte e sete milhões de usuários. Considerando o crescimento apresentado pela empresa, assim como os novos aplicativos, a briga entre Facebook e Google, proprietário do Orkut, promete ser acirrada nos próximos meses. Tamanho interesse se justifica pela liderança brasileira na adoção desta tecnologia - nada menos que 86% dos internautas utilizam as redes sociais conforme levantamento do Instituto Ibope Nielsen.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><a href="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-520" title="moritao" src="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>Por Marcos Morita</em></p>
<p>O Facebook, maior rede social do mundo, divulgou recentemente que seis milhões de brasileiros estão presentes na empresa criada por Mike Zuckeberg. Apesar do contingente, ainda está longe do líder Orkut, com vinte e sete milhões de usuários. Considerando o crescimento apresentado pela empresa, assim como os novos aplicativos, a briga entre Facebook e Google, proprietário do Orkut, promete ser acirrada nos próximos meses. Tamanho interesse se justifica pela liderança brasileira na adoção desta tecnologia &#8211; nada menos que 86% dos internautas utilizam as redes sociais conforme levantamento do Instituto Ibope Nielsen.</p>
<p>Voltemos um pouco no tempo. ICQ e Instant Messaging foram os precursores, retratados no filme Mensagem para Você, estrelado por Meg Ryan e Tom Hanks no longínquo ano de 1998. Espartanos e com poucos recursos, permitiam a comunicação via mensagens de texto entre as pessoas. Havia ainda nos primórdios da web os chats ou salas de bate-papo virtuais. Segmentadas por sexo e assunto, foram os primeiros passos rumo às comunidades. O avanço da internet e da banda larga possibilitaram a criação de programas mais robustos, os quais permitiam a inclusão de fotos, comentários, textos, preferências e aplicativos. O contato virtual tornava-se mais pessoal e amigável a cada dia.</p>
<p>Apesar do tema redes sociais ser algo relativamente novo, o conceito remonta décadas ou mesmo centenas de anos. Eletricidade, água, gás, esgoto e telefonia chegam a nossas casas através de fios, canos e dutos, ou seja, redes. Uma das características é a capilaridade, ou seja, a possibilidade de levá-los de um ponto específico para múltiplos outros pontos. O advento da web trouxe nova vida ao termo, desta vez transportando imagens, mensagens, informações e entretenimento. Tamanha importância tem levado burocratas e agências reguladoras a discutir sobre a criação de uma estrutura governamental para fornecimento de banda larga às áreas remotas do país, diminuindo a questão da exclusão digital.</p>
<p>Para o sociólogo americano Mark Granovetter, o qual já apregoava o conceito no início dos anos setenta, as redes são compostas pelos laços sociais, os quais podem ser medidos através (a) da quantidade de tempo dedicado ao contato, (b) da intensidade emocional, (c) da intimidade e (d) dos serviços recíprocos &#8211; podendo ser classificados como fortes e fracos. Tente se lembrar de suas redes sociais antes da web 2.0. Aos melhores contatos e amigos, dedicação, emoção, intimidade e reciprocidade. A grande vantagem das redes modernas é levá-lo através dos laços fortes e fracos a pessoas que você não esperava reencontrar ou conhecer. Vejamos o estudo realizado por Milgram.</p>
<p>Anteriormente a Granovetter, outro sociólogo, Stanley Milgram, tinha realizado interessante estudo. Correspondências foram enviadas aleatoriamente a diversas pessoas, as quais foram solicitadas a tentar fazer com que a mesma chegasse ao destinatário específico. O resultado comprovou que as cartas foram entregues ao destino após passarem por um pequeno número de pessoas, comprovando a teoria proposta do “small world” ou mundo pequeno. Estudos posteriores mostraram que seis era o número de conexões entre duas pessoas, independentemente de sua localização no planeta.</p>
<p>Este estudo corrobora as coincidências da vida. Quantas vezes em metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Nova Iorque ou Tóquio, conhecemos pessoas que por sua vez conhecem alguém da nossa rede de relacionamentos. Tenho certeza que com as redes sociais esta tarefa tem sido bem mais fácil. Não apenas através dos laços fortes e fracos, assim como por intermédio dos grupos disponíveis nas redes. Tudo com apenas um clique de distância.</p>
<p>Apesar da facilidade disponibilizada pelos aplicativos e pela web 2.0, vale salientar que as redes sociais já eram utilizadas por nossos pais e avós. Com menor abrangência e interatividade, porém com maior interação, emoção e tempo dedicado às amizades, numa época em que telegrama era sinônimo de velocidade.</p>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="mailto:professor@marcosmorita.com.br" href="mailto:professor@marcosmorita.com.br" target="_blank">professor@marcosmorita.com.br</a> / <a title="http://www.marcosmorita.com.br/" href="http://www.marcosmorita.com.br/" target="_blank">www.marcosmorita.com.br</a></p>
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		<title>Baggio Café participa da Fispal Rio</title>
		<link>http://www.informamidia.com.br/2010/08/baggio-cafe-participa-da-fispal-rio/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 18:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baggio Coffes]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de conquistar os paulista com seu aroma e sabor, Baggio Café, empresa centenária no cultivo de grãos pretende espalhar suas delícias pelo estado do Rio de Janeiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Empresa quer ampliar participação no mercado carioca</em></p>
<p>Depois de conquistar os paulistas com todo seu aroma e sabor, a Baggio Café, empresa centenária no cultivo dos grãos, pretende espalhar sua qualidade também no estado do Rio de Janeiro. Para isso, a empresa marcará presença na Fispal Rio, que acontecerá de 17 a 19 de agosto, no Centro de Convenções SulAmérica.</p>
<p>A exposição de seus produtos será viabilizada por meio de uma parceria com a Swiss Chocolate e com a Baryx Copers, especializada em Consultoria técnica  de Barismo.. “A presença destes parceiros será muito importante para avançarmos no mercado carioca, ainda pouco explorado pela Baggio”, explica a diretora comercial, Liana Baggio Ometto.</p>
<p>Durante a feira, a empresa irá oferecer degustações de seus produtos. Os cafés espresso serão extraídos de uma máquina La Spazziale. Para o café filtrado, será utilizada uma máquina Bunn. “Não basta ter um excelente café. O modo de preparo e a máquina adequada são fundamentais para garantir o melhor sabor à xícara”, garante.</p>
<p>Atualmente a Baggio Café possui quatro linhas em seu portfólio: Baggio Bourbon, Baggio Gourmet, Baggio Aromas e Caffé.com. O <em>Baggio Bourbon</em><strong> </strong>é produzido com grãos Bourbon Amarelo do Sul de Minas Gerais. A bebida é do tipo mole, com origem única e característica naturalmente adocicada.</p>
<p>O <em>Baggio Gourmet</em> é produzido com grãos extremamente selecionados que passam por um rigoroso processo de classificação. Após essa seleção, eles são submetidos à torra, resultando num produto de alta qualidade com sabor e aroma totalmente diferenciado.</p>
<p>A linha <em>Baggio Aromas</em> utiliza os mesmos grãos torrados do <em>Gourmet</em> para a adição de diversos aromas naturais ou artificiais. Os produtos estão disponíveis em cinco versões: Chocolate com Menta, Caramelo, Amaretto, Limão e mais recentemente no sabor Açaí.</p>
<p>O caçula da família, o <em>Caffé.com</em> tem composição 100% coffea arábica, de origem única da região da Mogiana Paulista, na Fazenda Santa Terezinha. O produto custa aproximadamente 30% menos que o Baggio Gourmet e 40% menos que o Baggio Bourbon.</p>
<p>Com o evento, a Baggio Café pretende conquistar novos parceiros comerciais na cidade e no estado do Rio de Janeiro. “O Rio é uma das cidades mais importantes do nosso país, por isso, decidimos apostar neste mercado”, esclarece Liana.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>17  a 19 de agosto</p>
<p>Centro de Convenções SulAmérica</p>
<p>Informações: <a title="blocked::http://www.fispal.com.br/" href="http://www.fispal.com.br/">www.fispal.com.br</a></p>
<p><strong>Sobre a Baggio Café:</strong></p>
<p>A Baggio Café orgulha-se de oferecer um café que além de corpo, tem alma. Um café produzido por pessoas apaixonadas pela terra e que há 126 anos chegaram da Itália de carteira vazia, mas com o coração e a mente cheios de sonhos e uma fé que move montanhas. Hoje, já na quarta geração, o empenho e a dedicação para fazer o melhor café vai desde a semente até a xícara. E o resultado é uma bebida de características excepcionais.</p>
<p>Os cafés Baggio, como são internacionalmente conhecidos, são produzidos nas melhores regiões para plantio de cafés especiais: Alta Mogiana e sul de Minas. As fazendas da família funcionam como uma linha de montagem, onde a natureza é mantida e preservada, e todo o processo passa por um rigoroso controle para que não haja desperdícios e perda de qualidade dos grãos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Artigo &#8211; Horário eleitoral em tempos de TV paga e mídias sociais</title>
		<link>http://www.informamidia.com.br/2010/08/artigo-horario-eleitoral-em-tempos-de-tv-paga-e-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 18:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[O início do horário eleitoral obrigatório inspirou Marcos Morita a escrever sobre as mudanças que aconteceram nas campanhas eleitorais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><a href="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-520" title="moritao" src="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>Por Marcos Morita</em></p>
<p>Os candidatos à presidência aguardam com ansiedade o início do horário político eleitoral gratuito, na próxima terça-feira. De acordo com seus assessores, é hora de obter os votos dos indecisos ou mudar as opiniões daqueles nem tão convencidos assim &#8211; os quais terão o poder de decidir a eleição em outubro ou levar o pleito ao segundo turno. Tamanha inquietude não é vista do outro lado da tela ou do dial. Afinal de contas, ter seus programas favoritos interrompidos diariamente por quase uma hora não é um dos convites mais tentadores.</p>
<p>Os moradores das grandes cidades ficarão sem informações preciosas sobre as condições do trânsito e dos aeroportos, na meia hora seguinte às sete da manhã. Isto sem falar nas novelas vespertinas e o horário nobre da televisão. Toda a grade deverá ser modificada ou reduzida, causando transtorno às emissoras e aos cidadãos, os quais levarão alguns dias até se acostumarem às modificações impostas.</p>
<p>Voltemos alguns anos no tempo, numa época em que a única televisão da casa ficava na sala, em local de destaque. Com sua caixa de madeira, precisava de alguns minutos até que a imagem aparecesse, após o aquecimento das válvulas. Chuviscos eram constantes na imagem distorcida, os quais eram corrigidos com um Bombril na ponta da antena; talvez sua 1001ª utilidade.</p>
<p>A oferta era restrita aos canais 2, 4, 5, 7, 9, 11 e 13. TV Cultura, SBT, Globo, Record, a extinta Manchete, Gazeta e Bandeirantes. Enquanto garoto, aguardava com ansiedade os desenhos, os quais tinham hora e local para acontecer &#8211; tenho dificuldades para explicar este conceito para minha filha de seis anos, afinal há mais canais de desenhos na TV paga do que havia em toda a TV aberta &#8211; o mesmo não ocorria com os horários eleitorais gratuitos. Desligá-la era a única opção, não recomendável pela questão das válvulas.</p>
<p>O cenário transformou-se de maneira dramática. Temos atualmente muito mais alternativas de entretenimento que há algumas décadas. Olhe ao redor e perceba que a família não mais se encontra na sala em volta da TV, após o jantar.  A TV paga já é lugar-comum nas casas da classe C. Os jovens em especial não se sujeitam aos horários e programações estipulados pela grade de programação. Gravam seus episódios em DVR, assistindo-os na hora desejada. E é claro, pulando os comerciais e programas eleitorais.</p>
<p>O que dizer então da web. Com o seu advento, uma proliferação de sites, blogs, redes sociais e serviços de trocas de mensagens. Um tempo cada vez maior é dedicado aos bits e bytes. Somos o país com o maior número de usuários da rede social Orkut, além de campeões no que tange ao tempo despendido nas redes sociais. Esta constatação leva a um fato curioso. Passamos de meros ouvintes para produtores de conteúdo. Deixamos o conforto do sofá no qual zapeávamos os canais sem maiores preocupações, para a direção de nossos próprios programas. Pense por um minuto nos sites de maior audiência da Web. Facebook, Orkut, You Tube, Flickr, My Space e Wikipédia, só para citar alguns. Em comum, somos os responsáveis pela geração de conteúdo, postagem de fotos, discussões e atualizações.</p>
<p>É paradoxal que apesar de todo o avanço tecnológico, a propaganda eleitoral gratuita continua quase da mesma maneira que há décadas atrás, apesar do maior cuidado dos marqueteiros com a produção visual dos postulantes.</p>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="mailto:professor@marcosmorita.com.br" href="mailto:professor@marcosmorita.com.br" target="_blank">professor@marcosmorita.com.br</a> / <a title="http://www.marcosmorita.com.br/" href="http://www.marcosmorita.com.br/" target="_blank">www.marcosmorita.com.br</a></p>
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		<title>Infibra patrocina 1º Ecomac SP</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 15:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Construção]]></category>
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		<description><![CDATA[Compartilhar experiências. Esse é o objetivo do 1º Encontro dos Comerciantes de Material de Construção do Estado de São Paulo - Ecomac SP 2010. O evento, que acontecerá entre os dias 13 e 14 de agosto, terá a Infibra entre os patrocinadores, empresa com mais de 40 anos no segmento de fibrocimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Evento reunirá principais representantes do setor de construção civil</em></p>
<p>Compartilhar experiências. Esse é o objetivo do 1º Encontro dos Comerciantes de Material de Construção do Estado de São Paulo &#8211; Ecomac SP 2010. O evento, que acontecerá entre os dias 13 e 14 de agosto, terá a Infibra entre os patrocinadores, empresa com mais de 40 anos no segmento de fibrocimento.</p>
<p>O 1º Ecomac SP marca a comemoração dos 10 anos da Acomac &#8211; Associação dos Comerciantes de Material de Construção. “A Acomac é um órgão de extrema importância para o nosso setor porque nos ajuda a melhorar o mercado de construção civil cada dia mais, apontando novas tendências e demandas do consumidor”, argumenta Fábio Spadotto, gerente de vendas da Infibra.</p>
<p>Com o tema “Estratégia de campeões” e o sub tema “Idéias simples e vitoriosas para lojas de todos os tamanhos”, o evento pretende abordar cases de sucesso e disseminar boas práticas para a cadeia de construção civil brasileira. “Será um encontro muito produtivo entre fabricantes, distribuidores e lojistas no sentido de compartilhar conhecimentos”, afirma.</p>
<p>Entre os cases que serão apresentados estão o da Leo Madeiras, Loja Village e Loja Cargil. Está prevista ainda uma palestra com o professor da ESPM e diretor da construtora Tecnisa, Romeo Busarello, com o tema “Inovação: a nova química dos negócios”.</p>
<p>Para a Infibra, patrocinar este evento significa apoiar o mercado de construção civil na busca pela excelência. “Para nós é uma honra estar ao lado dos grandes mestres do setor, ajudando o mercado brasileiro a se preparar para os desafios impostos pelo crescimento da construção civil em nosso país”, conclui Spadotto.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>1º Ecomac SP</p>
<p>De 13 a 14 de agosto</p>
<p>Informações: <a title="blocked::http://www.acomacsp.com.br/" href="http://www.acomacsp.com.br/"><strong>www.acomacsp.com.br</strong></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sobre a Infibra:</strong></p>
<p><a title="blocked::http://www.infibra.com.br/ http://www.infibra.com.br/" href="http://www.infibra.com.br/" target="_blank">www.infibra.com.br</a></p>
<p>19 3573 6400</p>
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		<title>Artigo &#8211; Classe C ganha espaço no setor de aviação</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 15:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Todas as postagens]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[A realidade do brasileiro mudou. As empresas estão cada vez mais preocupadas em lançar produtos e serviços para atender o gosto e o bolso da emergente classe C e D. Marcos Morita, escreve essa semana sobre as estratégias comerciais para esse público consumidor. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><a href="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-520" title="moritao" src="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>Por Marcos Morita</em></p>
<p>Os aeroportos voltaram a ser manchete nos principais jornais do país. Como de costume, filas intermináveis, frustração e impotência. Uma das justificativas utilizadas foi a volta às aulas. Controladores de vôo, sistema de reservas e férias já serviram como álibis. Por ironia do destino, juizados especiais foram criados há poucas semanas, com o objetivo de atender passageiros com problemas de extravios de bagagens, cancelamentos e atrasos.</p>
<p>Não obstante as más notícias, a TAM anunciou alguns produtos e serviços dirigidos às emergentes classes C e D. Será possível comprar passagens em até doze vezes, com valores mínimos de vinte reais. Uma parceria foi firmada com a Casas Bahia, cujos vendedores conhecem de longa data os clientes cobiçados pela empresa aérea. Compartilharão o mesmo crediário, eletrodomésticos, móveis e agora viagens.</p>
<p>O que está em jogo é um mercado bilionário, composto por centenas de milhares de pessoas, as quais pela primeira vez tirarão fotos dentro da aeronave, brigarão por um lugar na janela, prestarão atenção aos procedimentos de segurança apregoados pelas aeromoças e degustarão as refeições padronizadas servidas a bordo.</p>
<p>Para poder penetrar nestes novos mercados, as corporações têm diversificado seus negócios, através de fusões e aquisições, lançamento de novas marcas ou reposicionamento de produtos. A tradicional construtora Gafisa, conhecida pelos edifícios de alto padrão, adquiriu a mineira Tenda, especializada em prédios residenciais para a baixa renda.</p>
<p>A octogenária Kopenhagen, famosa pelas delícias Nhá Benta, Chumbinho e tantas outras guloseimas, apostou na criação de uma segunda marca. A Cacau Brasil tem como foco a base da pirâmide, hoje adoçada pela concorrente Cacau Show.</p>
<p>Pesquisas e análises são necessárias visando-se adequar o mix de marketing &#8211; produto, preço, promoção e ponto de venda &#8211; às necessidades e desejos do novo público. Diminuir os preços atuais reduzindo a qualidade dos produtos e serviços agregados pode não ser a melhor estratégia a ser adotada. Apesar da renda baixa, estes consumidores desejam uma boa relação entre custo e benefício.</p>
<p>Marcas e reputação são os principais ativos de uma empresa. Para construí-las, dedicação e tempo são os principais pilares. Como numa receita de sucesso, mudar os ingredientes pode afetar o resultado final.  O caso da mudança no sabor da Coca-Cola em meados dos anos oitenta é emblemático. Apesar da aceitação inicial em testes, consumidores em fúria exigiram a volta da fórmula original assim que o produto desembarcou nas gôndolas.</p>
<p>Vale salientar que os clientes fiéis são também os mais lucrativos e menos suscetíveis a preços, promoções e ataques da concorrência. Neste sentido, as empresas devem estar atentas ao eventual <em>trade off</em>, trocando o certo pelo duvidoso, apesar do tamanho da oportunidade.</p>
<p>Os fatos acima corroboram a decisão das empresas em preservarem suas marcas e clientes originais, criando novos produtos e serviços adaptados a nova demanda. Sob este prisma, podemos dizer que a estratégia da TAM &#8211; cujo posicionamento sempre esteve ligado à diferenciação e atendimento &#8211; pode causar estranheza a alguns clientes habituais, para os quais as condições dos aeroportos são as informações mais importantes da manhã.</p>
<p>Enquanto isso, a previsão do tempo para os viajantes está sujeita a nuvens e trovoadas, com chuvas a qualquer momento. Saguões superlotados, péssimas condições nos armazéns de carga, pistas em estados precários de conservação, projetos de reforma e ampliação que não saem do papel, Copa e Olimpíada no radar. Emoções garantidas para os habituais clientes e a nova classe média, a qual deve ter sonhado com a boa e velha rodoviária em mais uma semana de caos nos aeroportos.</p>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="mailto:professor@marcosmorita.com.br" href="mailto:professor@marcosmorita.com.br" target="_blank">professor@marcosmorita.com.br</a> / <a title="http://www.marcosmorita.com.br/" href="http://www.marcosmorita.com.br/" target="_blank">www.marcosmorita.com.br</a></p>
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		<title>Artigo &#8211; Mídias sociais transformam consumidores em parceiros</title>
		<link>http://www.informamidia.com.br/2010/08/artigo-midias-sociais-transformam-consumidores-em-parceiros/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 16:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Nós não estamos numa época de mudanças, mas sim em uma mudança de época”. A frase de Chris Anderson, editor da revista Wired e autor dos livros A Cauda Longa e Free resume muito bem o nosso atual período e abre espaço para conjunturas do que vem por aí.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/EduardoMarques.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-455" title="EduardoMarques" src="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/EduardoMarques-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>Por Eduardo Marques</p>
<p><em>“Nós não estamos numa época de mudanças, mas sim em uma mudança de época”.</em> A frase de Chris Anderson, editor da revista <em>Wired</em> e autor dos livros A Cauda Longa e <em>Free</em> resume muito bem o nosso atual período e abre espaço para conjunturas do que vem por aí.</p>
<p>A crescente interação social promovida na internet nos últimos anos mudou de maneira definitiva o papel de como nos relacionamos com produtos e marcas e entre nós mesmos. O fácil acesso à informação e a rápida multiplicação das nossas opiniões gerou milhares de artigos e teses que tentam explicar, ou ao menos nos situar, sobre as mudanças ocasionadas na maneira como fazemos negócios e nos expomos nesse início da era das mídias sociais.</p>
<p>Há, porém, no extenso material criado sobre essas mudanças, um denominador em comum.   A mudança das relações existentes entre empresas, colaboradores e consumidores.  Tudo bem que cada um desses ainda possui o seu papel bem definido, porém, está na interação entre eles a grande mudança.</p>
<p>Partindo do princípio que são as pessoas (e não os seus papéis sociais) que na internet emitem opiniões, indicam, idolatram ou destroem a reputação de algo ou alguém, porque continuará a empresa a tratar o consumidor como se fosse somente um número? Afinal, hoje a sua opinião tem meios reais de proporcionar efeitos de manada em um tempo incrivelmente curto. Como na natureza, a necessidade está criando uma mudança de atitude.</p>
<p>A empresa que ouve, colabora, atua junto e conhece o seu consumidor tem em troca uma pessoa que aprova, indica, se apaixona e atua junto com a marca. Uma relação harmônica onde os interesses ficam claros e todos ganham.</p>
<p>Resistir a essas mudanças é inútil.  Há pouco tempo, no final dos anos 90, gravadoras americanas travaram uma luta contra o compartilhamento de música através do <em>Napster</em>.  Em vez de se adaptarem às mudanças, tentaram de todo modo manter a fórmula do seu negócio ao ponto de acusar os seus consumidores (aqueles que compartilhavam música) de criminosos. Hoje, rendidos, tiveram que mudar sua fórmula.</p>
<p>Por outro lado, no Brasil empresas como a CityBest, a ClickOn e o Peixe Urbano estão conquistando legiões de fãs  por apostar exatamente no poder das multidões.</p>
<p>É hora de esquecer a massificação. Pessoas são diferentes e gostam de ser tratadas como tal.  Com a facilidade na aquisição de dados e com os cruzamentos de informações através de técnicas de <em>Data Mining</em>, hoje podemos conhecer cada vez melhor o nosso público.</p>
<p>Conversar, tratar e oferecer ao consumidor o que ele deseja está mais fácil do que nunca. Enfim, a possibilidade de transformar consumidor em parceiro quebra um paradigma e abre uma oportunidade. O que sua empresa irá fazer? Nadar contra a maré ou aceitar o novo mundo?</p>
<p><strong>_____________________________________________________</strong></p>
<p><strong>Eduardo Marques</strong> é gestor de projetos web da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</p>
<p><strong>Contatos:</strong> <a href="mailto:marques@dbrain.com.br/">marques@dbrain.com.br/</a> <a href="http://www.dbrain.com.br/">www.dbrain.com.br</a></p>
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		<title>Artigo &#8211; Os novos rumos do sistema educacional brasileiro</title>
		<link>http://www.informamidia.com.br/2010/07/artigo-os-novos-rumos-do-sistema-educacional-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 18:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O setor educacional presenciou nas últimas semanas algo já bastante comum em outros mercados. O grupo SEB, nascido em Ribeirão Preto e proprietário das marcas COC, Pueri Domus, Dom Bosco e Name, foi adquirido pela Pearson, empresa inglesa controladora do conglomerado americano Financial Times. O fato ocorre uma semana após a negociação perdida para a editora Abril, relativa à compra do paulistano Anglo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><a href="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-520" title="moritao" src="http://www.informamidia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/moritao-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>Por Marcos Morita</em></p>
<p>O setor educacional presenciou nas últimas semanas algo já bastante comum em outros mercados. O grupo SEB, nascido em Ribeirão Preto e proprietário das marcas COC, Pueri Domus, Dom Bosco e Name, foi adquirido pela Pearson, empresa inglesa controladora do conglomerado americano Financial Times. O fato ocorre uma semana após a negociação perdida para a editora Abril, relativa à compra do paulistano Anglo.</p>
<p>Tal interesse se justifica pelo tamanho do mercado e por uma modalidade de negócios tipicamente brasileira &#8211; os sistemas de ensino &#8211; baseados no tripé assessoria de ensino, economia de escala e material didático, em geral escrito, editado e impresso em gráficas próprias. Semelhante a uma franquia, os grupos repassam a metodologia de ensino e os materiais de apoio às milhares de escolas parceiras espalhadas pelo país.</p>
<p>O método prosperou à medida que o ensino público se deteriorava, resultado de décadas de descaso e falta de investimentos. Num país com milhões de estudantes semi-analfabetos, estratégias de massa tiveram que ser adotadas para cobrir o déficit crônico de conhecimento. O que era um calvário aos governantes, tornou-se um eldorado para muitos empresários. Como em qualquer segmento, as oportunidades crescem à medida que aumentam as necessidades não atendidas. Só o grupo Pearson pretende dobrar o número de estudantes, atingindo um milhão nos próximos anos.</p>
<p>É comum à medida que uma indústria torna-se mais competitiva, o surgimento de novos concorrentes, interessados nos lucros proporcionados por mercados em crescimento. Grandes grupos nacionais e multinacionais fazem parte do novo cenário, investindo milhões em infraestrutura e aquisições de grupos locais de pequeno e médio porte. Apesar da pulverização do setor, dominado por milhares de pequenas e médias escolas, a consolidação será a tônica para os próximos anos.</p>
<p>Creio que ocorrerá fenômeno similar ao ensino superior, através das estratégias genéricas de preço e diferenciação. A base para o primeiro grupo está na economia de escala &#8211; o que se traduz em muitos alunos &#8211; para poder diluir seus custos fixos e manter baixas as mensalidades, seu principal atrativo. O segundo é composto em geral por universidades mais antigas e reconhecidas, as quais buscam com dificuldade, manter o equilíbrio entre preço e diferenciação.</p>
<p>Profissionais competentes serão cada vez mais demandados, estejam eles dentro ou fora da sala de aula. Especialistas do setor estão em alta, assim como executivos de outras áreas, caçados e seduzidos pelo desafio. Com a profissionalização da gestão, práticas hoje comuns em outros mercados estarão cada vez mais incorporadas à educação. Ao lado de critérios como evasão e produção científica &#8211; metas de produtividade, satisfação e retenção de alunos. Desempenho, criatividade, inovação, capacidade empreendedora e de realização serão itens cada vez mais procurados e desejados. Ótimas perspectivas a quem se especializar e se adequar aos novos tempos.</p>
<p>O caminho para o ensino privado é irreversível, ao menos no que tange às estratégias e técnicas de gestão. Quanto ao ensino público há ainda algumas tarefas a serem feitas, sendo bastante otimista. Capacitar, valorizar e motivar os professores, profissionalizar a gestão, desburocratizar o sistema, incluir e melhorar a qualidade do ensino, construir, reformar e aparelhar escolas e salas de aula, aumentar a produção científica internacional, reduzir a evasão escolar, atrair e reter talentos hoje perdidos para a iniciativa privada.</p>
<p>Um longo e árduo caminho, o qual infelizmente não será resolvido no próximo governo, seja ele petista ou tucano. Há, aliás, uma clara dicotomia entre os discursos. Políticas de quotas em contraposição a pagamento por desempenho, criticado em verso e prosa por sindicatos e sindicalistas. Neste cenário, creio que a única semelhança entre os candidatos esteja no fato de que puderam frequentar escolas de qualidade, numa época em que o uso de uniformes, a disciplina e o respeito faziam companhia ao giz e ao quadro negro. A despeito da importância das reformas fiscais e tributárias, principal assunto até o momento, é importante mencionar que o crescimento sustentável de um país só é possível com educação de qualidade, independentemente do modelo de negócios adotado.</p>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="mailto:professor@marcosmorita.com.br" href="mailto:professor@marcosmorita.com.br" target="_blank">professor@marcosmorita.com.br</a> / <a title="http://www.marcosmorita.com.br/" href="http://www.marcosmorita.com.br/" target="_blank">www.marcosmorita.com.br</a></p>
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		<title>Baggio Café lança Caffé.com na Fipan 2010</title>
		<link>http://www.informamidia.com.br/2010/07/baggio-cafe-lanca-caffe-com-na-fipan-2010/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 19:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baggio Coffes]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Todas as postagens]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>

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		<description><![CDATA[Produto quer conquistar a emergente classe C]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Produto quer conquistar a emergente classe C</em></p>
<p>Os cafés de qualidade superior estão cada dia mais presentes no cotidiano dos brasileiros. Inúmeras pesquisas mostram que o conhecimento sobre este tipo de produto e a aceitação ao prová-lo estão crescendo gradativamente. Grande parte deste fato deve-se à expansão da emergente classe C, composta por um público exigente, mas que não se permite iguarias que desequilibrem o orçamento. Foi pensando em atendê-los, que a Baggio Café, empresa centenária no cultivo dos grãos, decidiu lançar o Caffé.com na Fipan 2010, que acontece de 20 à 23 de julho no Expo Center Norte.</p>
<p>Diferentemente dos demais produtos da marca, o Caffé.com é caracterizado por um sabor mais forte e de efeito duradouro na boca. “Os cafés gourmet são tradicionalmente mais suaves, mas sentimos que este público aprecia um café encorpado, de torra mais forte”, explica Clodoaldo Iglezia, diretor industrial da empresa.</p>
<p>Com composição 100% coffea arábica, os grãos do Caffé.com são de origem única, da região da Mogiana Paulista, na Fazenda Santa Terezinha. “É um produto que tem muita qualidade e um potencial enorme para conquistar os paladares exigentes”, destaca Liana Baggio Ometto, diretora comercial da Baggio Café.</p>
<p>O produto custa aproximadamente 30% menos que o Baggio Gourmet e 40% menos que o Baggio Bourbon. “Queremos ter um portfólio amplo, capaz de atender cada tipo de consumidor. Estamos segmentando para atender mais e cada vez melhor”, reforça Liana. A estratégia de venda contempla em especial as padarias, que costumam praticar preços inferiores às cafeterias.</p>
<p>Em um ano, a empresa acredita que o Caffé.com atinja o equivalente a 25% do seu montante de vendas. “Apostamos muito neste produto porque suas características &#8211; crema diferenciada, textura consistente e encorpada &#8211; atendem muito o bem o paladar e principalmente o bolso deste público”, finaliza Iglezia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Fipan 2010</p>
<p>De 20 a 23 de julho</p>
<p>Expo Center Norte</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.fipan.com.br/">www.fipan.com.br</a></p>
<p><strong>Sobre a Baggio Café:</strong></p>
<p>A Baggio Café orgulha-se de oferecer um café que além de corpo, tem alma. Um café produzido por pessoas apaixonadas pela terra e que há quase 130 anos chegaram da Itália de carteira vazia, mas com o coração e a mente cheios de sonhos e uma fé que move montanhas. Hoje, já na quarta geração, o empenho e a dedicação para fazer o melhor café vai desde a semente até a xícara. E o resultado é uma bebida de características excepcionais.</p>
<p>Os cafés Baggio, como são internacionalmente conhecidos, são produzidos nas melhores regiões para plantio de cafés especiais: Alta Mogiana e sul de Minas. As fazendas da família funcionam como uma linha de montagem, onde a natureza é mantida e preservada, e todo o processo passa por um rigoroso controle para que não haja desperdícios e perda de qualidade dos grãos.</p>
<p><strong>Informações para a imprensa:</strong></p>
<p>Marília Cardoso</p>
<p><a title="blocked::mailto:marilia@informamidia.com.br mailto:marilia@informamidia.com.br" href="mailto:marilia@informamidia.com.br">marilia@informamidia.com.br</a></p>
<p>11 8491 3527</p>
<p><strong> </strong></p>
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