Artigo – Desdobrar a marca sem perder identidade

Clientes, dBrain, Novidades 21 de junho de 2010

Por Eduardo Przybylski

Ultimamente temos visto um aumento significativo da exposição das marcas, seja as grandes redes de varejo aplicando sua marca em produtos próprios, ou em grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo. Dentro do canal de marketing esse conceito também é valido e muito importante.

A marca é a representação gráfica de um símbolo que representa uma empresa, órgão, evento. Ou seja, algo que permite a identificação de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença. No Livro Design de Identidade da Marca, Alina Wheeler explora muito bem essa questão quando define que “marca é a promessa, a grande idéia e as expectativas que residem na mente de cada consumidor a respeito de um produto, de um serviço ou de uma empresa. As pessoas se apaixonam pelas marcas, confiam nelas, são fiéis a elas, compram e acreditam na sua superioridade”. Através dela a empresa repassa seus valores e ideais para seus colaboradores e consumidores.

Quando tratamos de marcas para programas de canais, devemos levar em conta sempre as questões relacionadas à marca mãe, a marca que está proporcionando este ambiente. Não podemos jamais descartar isso, visto que essa marca é um apoio e tem a função de representar conceitos, sentimentos e valores. Desta forma, é interessante atribuir à marca de programas os mesmos conceitos e atributos da marca principal, aliados aos conceitos básicos de um programa que tem como objetivo oferecer vantagens e benefícios para seus usuários.

Dessa forma é interessante criar marcas com “pegadas” que despertem sentimentos como confiança, determinação, fidelidade, vantagem, entre outros. Elas precisam falar por si mesmas para serem rapidamente identificadas. Por isso, é importante visualizar os principais pontos de contato que essa marca vai ter com seus colaboradores e definir um plano de comunicação coerente. A comunicação é um dos momentos mais importantes dentro de um programa de canais, pois possibilita uma melhoria no relacionamento entre os parceiros e serve como um termômetro para verificar a eficácia das ações.

Mas também sabemos que apenas criar uma “boa” marca não é o suficiente. Essa questão é apenas uma etapa dentro do branding e cada processo deve ser tratado com relevância. Com uma marca forte e bem resolvida as chances do programa de canais ter sucesso aumentam e com isso as chances de grandes negócios também.

Eduardo Przybylski é designer de informação da dBrain, agência especializada em marketing de canais.

Contatos: eduardo@dbrain.com.br/ www.dbrain.com.br

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