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		<title>Artigo &#8211; A febre do fast-food: como melhorar o atendimento no setor</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Morita Gostaria de comentar sobre um assunto presente no dia a dia de milhões de trabalhadores das médias e grandes cidades, as praças de alimentação. Presentes em hipermercados, galerias e principalmente em shoppings centers, em geral as lojas franqueadas servem de comida árabe à vietnamita, para os mais variados gostos e bolsos. Conforme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por Marcos Morita</em></p>
<p>Gostaria de comentar sobre um assunto presente no dia a dia de milhões de trabalhadores das médias e grandes cidades, as praças de alimentação. Presentes em hipermercados, galerias e principalmente em shoppings centers, em geral as lojas franqueadas servem de comida árabe à vietnamita, para os mais variados gostos e bolsos. Conforme dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), no período entre 2001 e 2010, houve um crescimento de 201% no número de lojas do setor.</p>
<p>Sempre achei que o segmento encontrava-se saturado, porém deparei-me com algumas opções interessantes nos últimos tempos. Hambúrgueres gourmet com molhos e acompanhamentos franceses e italianos e propostas asiáticas que vão além do Yakisoba. Como professor de marketing de serviços, meu foco não será gastronômico, mas de que maneira estas redes podem melhorar o atendimento, o que, diga-se de passagem, está longe do ideal.</p>
<p>O setor de serviços apresenta algumas dificuldades adicionais com relação à venda de bens, dentre elas a perecibilidade, ou seja, a impossibilidade de se estocar, comercializando o excedente em momentos de alta demanda. Imagine como seria a venda de materiais escolares em janeiro, chocolates na páscoa ou brinquedos no dia das crianças, caso não houvesse estoques reguladores. Já para um hotel ou empresa aérea, um quarto desocupado ou um assento livre nunca mais serão recuperados.</p>
<p>Adicione agora a limitação de tempo no horário do almoço. Está criado o cenário de guerra, característico das praças de alimentação. Como numa batalha, a briga por mesas acontece antes mesmo da chegada da comida. Há sempre um escolhido para reservar a mesa, o qual tem na ponta da língua a resposta: “tem gente”, proferido àqueles de boa fé que acreditam que o número de mesas é suficiente para atender a demanda. Vejamos algumas táticas disponíveis para a perecibilidade, as quais são classificadas entre demanda e oferta.</p>
<p><strong>Estratégias de demanda:</strong> utilizadas em momentos em que a demanda é superior à capacidade máxima do sistema, o que ocorre nos horários de pico.</p>
<p><strong>Fixação de preços especiais:</strong> promover preços menores fora dos horários ou épocas de pico é uma estratégia bastante utilizada em hotéis, empresas aéreas e até cinemas, porém pouco presente no segmento de fast-food.</p>
<p><strong>Padronização:</strong> a montagem de combos e as ofertas do dia ajudam a diminuir a variabilidade, possibilitando a criação de estoques na fase de preparação e montagem. Anotar os pedidos na fila também auxilia esta estratégia, diminuindo o tempo na boca do caixa. A rede dos arcos dourados utiliza estas ações em suas lanchonetes, educando os consumidores a pedir pelo número ou a cantar os ingredientes de seu sanduíche mais vendido.</p>
<p><strong>Sistema de reservas:</strong> utilizado de salões de beleza a consultórios médicos, porém pouco aplicáveis a restaurantes fast-food, devido às características destes negócios.</p>
<p><strong>Estratégias de oferta:</strong> similares às de demanda. Alguns exemplos são a utilização de funcionários de meio expediente e o aumento da participação do cliente no processo. Incomum ao segmento de fast-food, é realidade em serviços bancários há bastante tempo, no qual a presença do auto-atendimento e internet banking são cada vez mais frequentes.</p>
<p>A prática tem demonstrado que nem todas as teorias de serviços podem ser aplicadas às redes de fast-food, o que demonstra que dificilmente as praças de alimentação irão se tornar um local agradável entre meio-dia e uma hora da tarde. Felizmente algumas redes têm diminuído este sofrimento, oferecendo opções que vão além do número um, dois ou três. Já a educação dos frequentadores talvez demore um pouco mais, uma vez que as teorias envolvidas ultrapassam o comportamento do consumidor estudado pelo marketing.</p>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="blocked::mailto:professor@marcosmorita.com.br<br />
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<address><strong>Informações para a imprensa:</strong></address>
<address>InformaMídia Comunicação</address>
<address>Marília Cardoso</address>
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		<title>TopTelha aumenta faturamento em 37% em 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Top Telha]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa realizou grandes investimentos na unidade fabril O ano de 2011 certamente será lembrado como um dos melhores na história da TopTelha, empresa com mais de 50 anos de tradição no segmento cerâmico. Foram realizados uma série de investimentos que já culminaram num aumento de 37% no faturamento do ano. A empresa investiu cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>Empresa realizou grandes investimentos na unidade fabril</em></p>
<p>O ano de 2011 certamente será lembrado como um dos melhores na história da TopTelha, empresa com mais de 50 anos de tradição no segmento cerâmico. Foram realizados uma série de investimentos que já culminaram num aumento de 37% no faturamento do ano.</p>
<p>A empresa investiu cerca de 20% de seu faturamento em novos equipamentos e na construção de um novo galpão de 3 mil metros quadrados. “Adquirimos um terreno vizinho para garantir o espaço da fábrica. Hoje temos 410 mil metros quadrados de extensão”, explica Paulo Marchi, diretor administrativo da empresa.</p>
<p>Além de melhorar o processo produtivo e as instalações da fábrica, a TopTelha pretende aumentar a capacidade produtiva, que hoje é de 2 milhões e 500 mil telhas por mês. “Com os investimentos que fizemos, temos condições de aumentar nossa produção de1 a2 milhões de telhas a mais mensalmente. Faremos esse aumento gradativamente, de acordo com as condições do mercado”, completa Marchi.</p>
<p>Com o aquecimento do setor de construção civil no país, o aumento da produtividade é algo que já vem sendo prioridade na empresa. De2008 a2011, sua capacidade produtiva saltou cerca de 29,20%. “Temos muita preocupação em atender bem os nossos clientes e evitar a falta de produto”.</p>
<p>Com todos estes investimentos e as perspectivas positivas do mercado, a TopTelha está bastante otimista. “Temos convicção de que 2012 será um grande ano, onde aumentaremos não só nossas vendas como também nosso número de representantes, já que temos investido em outros estados além de São Paulo”, antecipa Marchi.</p>
<address><strong>Sobre a TopTelha:</strong></address>
<address><a href="http://www.toptelha.com.br/">www.toptelha.com.br</a></address>
<address>0800 12 00 70</address>
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<address><strong>Informações para a imprensa:</strong></address>
<address>InformaMídia Comunicação</address>
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		<title>Artigo &#8211; Goleiro Marcos: um exemplo para os executivos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Morita Acompanhamos nestas semanas sem grandes furos jornalísticos, a aposentadoria do goleiro Marcos, ídolo do Palmeiras e pentacampeão mundial com a seleção em 2002. Sem grandes pompas e com seu discurso direto e muitas vezes simplório, o ídolo alviverde pendurou definitivamente as luvas. Apesar da repercussão do futebol, poucos jogadores atingem tamanha identidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">Por Marcos Morita</p>
<p>Acompanhamos nestas semanas sem grandes furos jornalísticos, a aposentadoria do goleiro Marcos, ídolo do Palmeiras e pentacampeão mundial com a seleção em 2002. Sem grandes pompas e com seu discurso direto e muitas vezes simplório, o ídolo alviverde pendurou definitivamente as luvas. Apesar da repercussão do futebol, poucos jogadores atingem tamanha identidade com os torcedores.</p>
<p>Como apreciador moderado, listo alguns atletas tais como Rogério Ceni, Dinamite, Zico e Pelé, cujos nomes se associam diretamente aos times com os quais atuam ou atuaram. Com a maior movimentação entre equipes, jogadores trocam de camisa diversas vezes, priorizando sua imagem, carreira e ganhos aos clubes que atuam.</p>
<p>Situação similar ocorre no mundo corporativo, tornando-se cada vez mais difícil encontrar pessoas que tenham dedicado sua vida a uma só empresa, seja pela maior oferta ou competitividade do mercado, o qual exige colaboradores cada vez mais bem preparados. Com base na história de Marcos e na nova realidade corporativa, classifiquei em quatro tipos os profissionais, assim como o legado deixado nas empresas.</p>
<p><strong><em>O eterno:</em></strong> assim como o goleiro, são pessoas que marcaram a história da corporação, seja pela posição na qual atuaram, legado ou lealdade. Homenagens póstumas, tais como fotos em galerias, nomes em prédios, salas de reuniões, produtos, serviços, métodos e processos com seus nomes, são alguns exemplos. Preste atenção e procure saber um pouco sobre a biografia dos eternos em sua empresa. Talvez possam servir como fonte de motivação e inspiração.</p>
<p><strong><em>O bem-lembrado:</em></strong> nem tão famosos quanto os anteriores, são lembrados enquanto permanecerem pessoas com as quais tenha trabalhado, seja dentro ou fora da empresa, tais como clientes e fornecedores.  É comum ter seu nome citado em situações ou momentos de dificuldade, nos quais, sua presença e ação poderiam fazer a diferença. Muitas vezes, mantém contato com os ex-colegas e parceiros, não sendo raro retornarem a organização.</p>
<p><strong><em>O não lembrado:</em></strong> diferentemente dos anteriores, sua ausência não é sentida nem no curto ou médio prazo. Seja pelo pouco tempo que permaneceram na cadeira ou ausência de resultados, são praticamente esquecidos pelas pessoas e organizações. As frases mais comuns são: quem ou não me lembro. Vale salientar que um profissional assim como um jogador, poderá estar em mais de uma categoria durante sua carreira.</p>
<p><strong><em>O nem me fale:</em></strong> comum na política, no congresso e ultimamente na Esplanada dos Ministérios, é citado por fatos ou atitudes não memoráveis, tais como resultados muito abaixo do esperado, falta de ética ou confusões de qualquer espécie. Em geral demitidos por justa causa, acabam se tornando lembrados pelo que não deveriam ter feito. Até por esta razão seu nome quando citado, é feito em voz baixa.</p>
<p>Enfim, sugiro que faça uma análise de sua carreira, avaliando as empresas pelas quais passou, assim como a imagem deixada. Tornar-se eterno é fato para poucos, ocorrendo em geral apenas uma vez na vida. Ser bem lembrado deve ser o seu grande objetivo, apesar dos escorregões da vida profissional.</p>
<p>Uma dica praticamente infalível é ser um profissional raro:  cultivar relacionamentos, ter atitude positiva, trazer resultados e é claro, aproveitar e estar preparado para as oportunidades. Quanto à categoria “nem me fale”, é melhor nem comentar. ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­</p>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="blocked::mailto:professor@marcosmorita.com.br<br />
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		<title>Artigo &#8211; Como estabelecer metas para 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Morita O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por Marcos Morita</em></p>
<p>O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e sua equipe para o próximo ano.</p>
<p>Praticamente todas as firmas utilizam metas para medir o desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo. Operacionalizá-las é função do corpo gerencial, localizados no meio da figura.</p>
<p>Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica SMART, a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.</p>
<p><strong>Específicas:</strong> aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de market share no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul , por exemplo, seria algo bem mais específico.</p>
<p><strong>Mensurável:</strong> ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.</p>
<p><strong>Atingível:</strong> imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.</p>
<p><strong>Realista:</strong> algumas multinacionais têm sofrido deste mal após 2008. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.</p>
<p><strong>Tangíveis:</strong> aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.</p>
<div>
<p>Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério SMART, criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Sugiro que comece aplicando-o ainda neste ano, revisando as metas estabelecidas. Talvez seja um bom programa aos que ficarão de castigo, nesta época de telefones mudos.</p>
</div>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="blocked::mailto:professor@marcosmorita.com.br<br />
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		<title>Baggio Café expande negócios em Florianópolis</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baggio Coffes]]></category>

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		<description><![CDATA[Parceria com a FF Consultoria Gastronômica amplia presença da marca na cidade Aprimorar o paladar de turistas e moradores de Florianópolis e região. Este é o objetivo da Baggio Café, empresa centenária no cultivo dos grãos, ao fechar uma parceria com a FF Consultoria Gastronômica, prestadora de serviços da área na cidade. Como a demanda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Parceria com a FF Consultoria Gastronômica amplia presença da marca na cidade</p>
<p>Aprimorar o paladar de turistas e moradores de Florianópolis e região. Este é o objetivo da Baggio Café, empresa centenária no cultivo dos grãos, ao fechar uma parceria com a FF Consultoria Gastronômica, prestadora de serviços da área na cidade.</p>
<p>Como a demanda por cafés gourmet e de qualidade superior vem aumentando, a Baggio Café tem buscado parceiros em todos os estados do Brasil a fim de expandir suas fronteiras. “Notamos o excelente trabalho realizado pela FF Consultoria Gastronômica e decidimos unir forças para ampliar nossa participação no estado de Santa Catarina”, declara Liana Baggio Ometto, diretora comercial da empresa.</p>
<p>A negociação faz com que moradores e turistas possam degustar e conhecer a fundo as verdadeiras nuances de um café gourmet. “De nada adianta uma boa infraestrutura se o estabelecimento não dispuser de um café de boa qualidade. A união entre a Baggio Café e a FF Consultoria Gastronômica significa um casamento perfeito entre técnica e grão”, acredita Fábio Bratkowski Nunes, sócio da FF Consultoria.</p>
<p>A empresa existe há cinco anos. “Construímos ao longo desse tempo uma identidade de qualidade em serviços nessa na área da gastronomia. Com os atributos atingidos, surgiram convites e oportunidades de representação de produtos de grande visibilidade. Desejávamos trabalhar com a Baggio e fomos atrás disso”, comenta sócio da empresa FF Consultoria Gastronômica, Felipe Figueiredo Martins.</p>
<p>A Baggio Café está bastante otimista com a parceria. “Com a representação comercial, as cafeterias e casas de cafés da região terão a oportunidade de oferecer a seus clientes um café realmente especial”, argumenta Liana.</p>
<address><strong>Sobre a Baggio Café:</strong></address>
<address><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.baggiocafe.com.br/">www.baggiocafe.com.br</a></span></address>
<address>(19) 3541 7000</address>
<p><strong>Informações para a imprensa:</strong><br />
Marília Cardoso<br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:marilia@informamidia.com.br">marilia@informamidia.com.br</a></span><br />
(11) 2834 9295/ 8491 3527</p>
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		<title>Artigo &#8211; Como estabelecer metas para 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Morita O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por Marcos Morita</em></p>
<p>O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e sua equipe para o próximo ano.</p>
<p>Praticamente todas as firmas utilizam metas para medir o desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo. Operacionalizá-las é função do corpo gerencial, localizados no meio da figura.</p>
<p>Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica SMART, a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.</p>
<p><strong>Específicas:</strong> aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de market share no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul , por exemplo, seria algo bem mais específico.</p>
<p><strong>Mensurável:</strong> ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.</p>
<p><strong>Atingível:</strong> imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.</p>
<p><strong>Realista:</strong> algumas multinacionais têm sofrido deste mal após 2008. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.</p>
<p><strong>Tangíveis:</strong> aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.</p>
<div>
<p>Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério SMART, criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Sugiro que comece aplicando-o ainda neste ano, revisando as metas estabelecidas. Talvez seja um bom programa aos que ficarão de castigo, nesta época de telefones mudos.</p>
</div>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
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		<title>Artigo &#8211; Quem cuida da sua carreira é você, não o Papai Noel!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Morita Você já escreveu sua carta para o bom velhinho? O que pedir depois que descobrimos a verdadeira história de Papai Noel? Que tal alguns presentes quase impossíveis, tais como o fim da corrupção, um Tietê limpo, uma São Paulo sem trânsito ou um Congresso ficha limpa? Para os menos sonhadores, sugiro começar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por Marcos Morita</em></p>
<p>Você já escreveu sua carta para o bom velhinho? O que pedir depois que descobrimos a verdadeira história de Papai Noel? Que tal alguns presentes quase impossíveis, tais como o fim da corrupção, um Tietê limpo, uma São Paulo sem trânsito ou um Congresso ficha limpa? Para os menos sonhadores, sugiro começar segmentando os pedidos em categorias: família, finanças, saúde e carreira, item que explorarei a seguir.</p>
<p>Pedidos sobre carreira invariavelmente giram em torno de três pilares: novo emprego, promoções ou aumentos salariais. Para deixar o campo dos sonhos e se tornar realidade, muito trabalho é necessário, literalmente. Analisemos algumas condições que em geral auxiliam as pessoas a conquistá-los.</p>
<p><strong>Educação Continuada</strong><strong>:</strong> significa nunca parar de aprender. Um MBA conta muito no currículo, assim como cursos específicos de curta duração. Conheço alguns profissionais que condicionam seu aperfeiçoamento à empresa, esperando subsídios para amortizar seus investimentos. Em época de cursos online, não estudar pode significar falta de vontade em aprender coisas novas.</p>
<p><strong>Networking:</strong> construir e mantê-lo exigem esforço e disciplina. Participar de associações de classe, grupos de executivos e ex-alunos devem fazer parte de sua rotina. Estar presente em eventos e feiras do setor, assim como agendar almoços com ex-colegas e chefes também.  Apesar das facilidades das redes sociais profissionais, nada substitui o contato face a face. Vale lembrar que mais da metade das vagas executivas são preenchidas através de indicações.</p>
<p><strong>Idiomas</strong><strong>:</strong> supondo que você domine de verdade a língua inglesa, e que apresentações, viagens de negócios ou entrevistas de trabalho sejam itens corriqueiros, invista em uma segunda língua. Um espanhol bem falado está bem longe do velho e bom portunhol, utilizado em excursões a Buenos Aires. É o seu caso? Não sei o que ainda está esperando&#8230;</p>
<p><strong>Atitude</strong><strong>:</strong> em quantos novos projetos você se envolveu no último ano? Quais as reais contribuições feitas para a empresa? Quantos elogios e prêmios você ganhou ou foi cogitado para? Tive um chefe que mencionava uma frase célebre: sua atitude determina sua altitude, o que infelizmente pude comprovar na prática, após doze anos de uma bela carreira. Aliás, já reparou que profissionais com atitudes proativas costumam subir mais rápido?</p>
<div>
<p>Seja honesto e avalie o seu desempenho nos quesitos mencionados. Você se considera acima, na média ou abaixo?  Caso se posicione no primeiro grupo, parabéns! Talvez no próximo natal esteja agradecendo o presente recebido. Abaixo? Mexa-se! Ou então, continue acreditandoem Papai Noel. Quemsabe sua proposta não estará na meia, pendurada na lareira.</p>
</div>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
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		<title>Artigo &#8211; Os perfis dos participantes de festas empresariais</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 14:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Morita Mais um final de ano se aproxima com velocidade espantosa. Compras de última hora, trânsito aos finais de semana, cardápio da ceia de natal, viagem de ano novo, férias das crianças, amigos secretos, festas corporativas, enfim, a velha e conhecida TPN – Tensão Pré Natal, a qual costuma acometer homens e principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por Marcos Morita</em></p>
<p>Mais um final de ano se aproxima com velocidade espantosa. Compras de última hora, trânsito aos finais de semana, cardápio da ceia de natal, viagem de ano novo, férias das crianças, amigos secretos, festas corporativas, enfim, a velha e conhecida TPN – Tensão Pré Natal, a qual costuma acometer homens e principalmente mulheres no último mês do calendário.</p>
<p>Irei me concentrar nas polêmicas festas empresariais de fim de ano, as quais, em geral, causam certo desconforto e algumas vezes saias justas aos participantes. Seja um jantar formal, uma recepção em uma casa de eventos ou um churrasco com pagode e futebol, as reclamações estarão sempre presentes. Longe, cedo, muito tarde, brega, chique demais, comida ruim ou pouca variedade. O fato é que nunca se conseguirá agradar a todos os grupos, cujos tipos clássicos serão identificados a seguir.</p>
<p><strong><em>Os Papa-léguas:</em></strong> avessos a este tipo de comemoração, resolvem dar uma passadinha com receio dos comentários de chefes e colegas de trabalho. Tem na ponta da língua desculpas como: tenho outra festa ou estava trabalhando até agora. Como o pássaro homônimo, costumam sair com a mesma velocidade que chegaram aos ambientes.</p>
<p><strong><em>Os viciados em trabalho:</em></strong> não esquecem seus afazeres nem mesmo enquanto comem ou bebem. Costumam se aproveitar do clima informal para resolver problemas ou cobrar pendências, entre um copo de uísque ou bolinho de queijo. Por esta razão costumam ser vistos sozinhos, passeando entre as mesas e rodas de conversa.</p>
<p><strong><em>Os bem-vindos:</em></strong> em todo empresa há aquele sujeito boa-praça e comprometido, o qual costuma resolver os problemas de todas as áreas. Bem recebido em todos os grupos, costumam aguardar com ansiedade a festa de confraternização, sugerindo, ajudando e participando ativamente em sua organização.</p>
<p><strong><em>Os bajuladores:</em></strong> o mais famoso e antigo dos grupos são também os mais estratégicos, identificando seus alvos com precisão milimétrica. Podem ser vistos ao lado ou ao redor das rodas de diretores, superintendentes ou vice–presidentes. Comparados aos paparazzos, adoram uma foto ou bajulação.</p>
<p><strong><em>Os soltinhos:</em></strong> gostam de aproveitar a festa, exagerando muitas vezes na dose, literalmente. Com mais álcool e menos juízo, costumam criar situações hilárias ou embaraçosas, as quais servem para compor o mural de fotos ou as lendas que povoam todas as empresas. A situação piora quando decidem enfrentar a lei seca.</p>
<p>Creio que você tenha correlacionado diversas pessoas enquanto lia este artigo, lembrando-se de histórias cômicas ocorridas durante as celebrações empresariais. Caso não tenha conseguido se encaixar em nenhum grupo não se preocupe, talvez tenha sido seu senso crítico que não tenha permitido.</p>
<div>
<p>Como mensagem final, prudência, bom senso e profissionalismo devem guiá-lo, afinal de contas, você não irá querer mais uma dor de cabeça neste final de ano, irá?</p>
</div>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
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		<title>TopTelha participa de rodada de negócios na África</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 18:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Top Telha]]></category>

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		<description><![CDATA[ Continente é o maior mercado para exportações da empresa Em meio à crise mundial, o continente africano desponta como pólo em franco crescimento. É por este motivo que a TopTelha, empresa com mais de 50 anos de tradição no segmento cerâmico, irá participar da “Missão Empresarial do Brasil à Angola, Moçambique e África do Sul”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em> Continente é o maior mercado para exportações da empresa</em></p>
<p>Em meio à crise mundial, o continente africano desponta como pólo em franco crescimento. É por este motivo que a TopTelha, empresa com mais de 50 anos de tradição no segmento cerâmico, irá participar da “Missão Empresarial do Brasil à Angola, Moçambique e África do Sul”.</p>
<p>O evento, que acontece entre os dias 21 e 30 de novembro, reunirá 53 empresas de diversos setores para fazer rodadas de negócios e visitas técnicas a potenciais compradores locais. O projeto destina-se a empresas brasileiras que tenham potencial para exportar, se internacionalizar ou firmar parcerias com empresas ou governo dos países a serem visitados.</p>
<p>Apoiado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o evento é uma grande oportunidade para as empresa nacionais se internacionalizarem e conquistarem novos mercado.</p>
<p>Não é a primeira vez que a TopTelha participa de um evento na África. Desde2005, aempresa mantém uma forte relação comercial com Angola &#8211; atualmente seu principal país importador. “Em 2009, participamos de uma feira local, a FILDA e, desde então temos tido excelentes negócios no país”, revela Fernando Frugis, gerente de exportação.</p>
<p>Segundo Frugis, o mercado africano possui algumas características bastante marcantes. “A região importava praticamente tudo da Europa. No caso de telhas, boa parte vinha de Portugal. O Brasil entrou nessa briga e está ganhando cada vez mais espaço oferecendo preços mais competitivos por uma qualidade equivalente à dos europeus”.</p>
<p>De acordo com dados da Apex, o continente africano se tornou um dos maiores mercados importadores de produtos e serviços brasileiros, passando à frente de países como Canadá, Austrália e Índia. “A TopTelha reconhece o potencial da África e por isso investe na consolidação das relações comerciais com estes países a fim de ampliar sua participação no mercado internacional”, completa Frugis.</p>
<address><strong>Sobre a TopTelha:</strong></address>
<address><a href="http://www.toptelha.com.br/">www.toptelha.com.br</a></address>
<address>0800 12 00 70</address>
<address> </address>
<address><strong>Informações para a imprensa:</strong></address>
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		<title>Artigo &#8211; Caso Neymar: como reter talentos</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 17:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InformaMídia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Morita]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Morita Acredito que nem os mais desatentos à paixão nacional desconheçam a existência de Neymar, assim como o clube que o revelou. Presença constante nos noticiários esportivos, o jogador tem sua imagem associada à dezena de produtos e serviços, sempre ocupando as primeiras páginas de jornais e revistas, além de horários nobres dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por Marcos Morita</em></p>
<p>Acredito que nem os mais desatentos à paixão nacional desconheçam a existência de Neymar, assim como o clube que o revelou. Presença constante nos noticiários esportivos, o jogador tem sua imagem associada à dezena de produtos e serviços, sempre ocupando as primeiras páginas de jornais e revistas, além de horários nobres dos programas televisivos.</p>
<p>Apesar do peculiar corte de cabelo, foi sua permanência no futebol brasileiro, o que mais chamou a atenção das manchetes nas últimas semanas. Contrariando a lógica vigente nas últimas décadas de emigração para o futebol europeu, o craque decidiu permanecer em terras brasileiras.</p>
<p>Algo inimaginável há pouco tempo para fenômenos, imperadores e gaúchos, cujo sonho era brilhar no velho continente. Fazendo uma analogia ao mundo corporativo, o clube praiano soube atrair, manter e reter seu principal talento, algo que muitas empresas têm sofrido em épocas de mercado aquecido. Tentarei fazer um paralelo entre as situações, levando-se em consideração o fato que não sou um fanático pelo mundo da bola.</p>
<p><strong>Atração</strong>: sem títulos ou conquistas relevantes, o clube passou por um longo período de ostracismo, quebrado na última década pelos meninos da vila. Com um futebol alegre e envolvente, chamaram a atenção até das torcidas adversárias. Você já perguntou aos candidatos ou recém contratados, quais os principais fatores que o atraíram? Salários acima da média, clima organizacional, carreira internacional, estabilidade profissional, benefícios.</p>
<p>Apesar de eventuais discrepâncias entre os níveis hierárquicos, acredito que as respostas poderão ajudar a mapear os pontos a serem enfatizados e melhorados. Vale salientar algumas iniciativas interessantes, tais como participações em feiras estudantis e parcerias com instituições de ensino, patrocinando, divulgando e promovendo a companhia, melhorando sua imagem junto ao seu público-alvo.</p>
<p><strong>Manutenção</strong>: trabalho em grupo e objetivos claros e bem definidos, foram algumas das características que pude notar no elenco que conquistou a Copa Libertadores da América. Com foco e determinação, conseguiram trazer o tão sonhado caneco. Como era de se esperar, a participação no Campeonato Brasileiro está mais para jogo treino, preparatório para a grande final com o Barcelona.</p>
<p>Talentos e profissionais de ponta, em geral não gostam de jogar só para cumprir tabela. Ter estratégias claras e bem definidas, alinhadas com a visão e a missão e traduzidas em objetivos e metas realistas, factíveis e motivadoras, certamente ajudará na manutenção das melhores cabeças. Pesquisas de clima organizacional, assim como avaliações de desempenho periódicas, podem sugerir eventuais casos que devam ser trabalhados.</p>
<p><strong>Retenção</strong>: creio que uma empresa não necessite ter um departamento exclusivo para cuidar dos interesses de um único funcionário, porém em muitos casos, exceções devem ser feitas a regra. Comece por classificar seus talentos utilizando funis ainda mais estreitos. Certamente chegará a alguns poucos cuja perda seria irreparável, outra leva que custará a recontratar e treinar e outros ainda cuja manutenção no time seria importante.</p>
<p>Faça o possível e o impossível para manter os classificados no primeiro grupo. Opções de ações realizáveis em longo prazo, cursos de alto nível no exterior atrelados com cláusulas de fidelidade podem ser interessantes. Oportunidades de períodos sabáticos, assim como possibilidade de trabalharem em home office devem também ser consideradas. Vale salientar que na maioria das vezes os motivos da troca não são financeiros, pelo menos no mundo corporativo.</p>
<p><strong>Marcos Morita</strong> é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="blocked::mailto:professor@marcosmorita.com.br<br />
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