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23 de maio de 2018

Franquias: 7 motivos para ter uma assessoria de imprensa

Por Marília Cardosoassessoria-de-imprensa

Destacar-se frente à concorrência e conquistar novos clientes e fraqueados são desafios que todas as franquias enfrentam diariamente. Para tornar a rede mais conhecida, posicionar a marca no mercado e construir uma imagem sólida, é preciso adotar diferentes estratégias simultaneamente. No entanto, a melhor forma de garantir credibilidade durante esse processo é investindo em comunicação, principalmente, em assessoria de imprensa.

4 de abril de 2018

Os 6 propulsores essenciais da inovação nas empresas

Por Jacques Meir, via Whow

Resultado de imagem para inovaçãoComo tornar uma empresa mais inovadora, mais adaptável, flexível e competitiva? Como fazer a organização assumir um perfil mais criativo? Depois de estudar mais de 200 empresas, a IDEO, empresa de design com atuação global, identificou 6 propulsores essenciais da inovação e da criatividade corporativa. Os dados, os detalhes e as histórias das empresas que trabalham duro para construir uma cultura, bem como processos e hábitos que promovem inovação foram o escopo do painel “Leading for a culture of innovation and creativity”, apresentado por David Aycan, Diretor geral da IDEO e responsável por oferecer consultoria de alto nível para desenvolvimento de negócios.

28 de março de 2018

Realidade virtual chegará às reportagens jornalísticas

Por Déborah Oliveira via Computer World

Tecnologia fará com que leitores tenham experiências totalmente imersivas de notícias.

Colocar os leitores dentro de suas histórias e reportagens. Essa será a próxima aposta de jornalistas, que usarão realidade virtual (VR, na sigla em inglês) para esse fim. Nonny de la Peña, jornalista e mãe da realidade virtual, falou sobre essa possibilidade no SXSW. Ela, inclusive, criou uma empresa, a Emblematic, para levar o poder da imersão para matérias.

14 de março de 2018

Veja publica notícia falsa sobre Mark Zuckerberg

capa falsa veja abrilPor Comunique-se

A Veja desta semana chega às bancas com duas capas e declaração falsa do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. Ação serve para alertar o leitor contra as fake news.

A revista Veja desta semana chega aos leitores com a campanha “Veja se é verdade”. A ação, que traz capa falsa com Mark Zuckerberg, faz parte de movimento do impresso contra as fake news, sendo que o trabalho contou com a parceria e ajuda da agência DM9DDB, que assumiu a responsabilidade de ajudar a marca a alertar sobre os prejuízos das notícias falsas.

Em função da campanha, a Veja será distribuída com duas capas – uma verdadeira e outra falsa, que foi publicada de cabeça para baixo, com chamadas para notícias falsas já divulgadas na internet. Na capa falsa, aparece a caricatura do criador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, com a declaração “Os brasileiros estragam o Facebook” acompanhada da pergunta: Você sabe qual é a verdade sobre a frase atribuída a Mark Zuckerberg que viralizou na internet?. O impresso apresenta em três páginas editoriais internas essas e outras notícias falsas com a identificação das fontes que publicaram as mentiras no universo digital.

A marca afirma no manifesto que nunca foi tão importante definir as fronteiras da informação. “A mentira vem de ponta-cabeça, como você viu nestas páginas recheadas de fake news. A verdade vem reta e direta. As fake news são uma ameaça real. Ameaçam a democracia, ameaçam a liberdade, ameaçam você e sua família”.

O impresso do Grupo Abril ressalta em sua divulgação que as notícias falsas que inundam a internet tendem a ganhar mais força nos anos de eleição, assim como aconteceu nos Estador Unidos, em 2016. Em janeiro, Veja publicou ranking exclusivo, criado a partir da análise de 4591 posts de sites que costumam publicar fake news, mostrando os maiores alvos de mentiras. Lula, Michel Temer e Sérgio Moro são, nesta ordem, os mais citados em fake news de cunho negativo. Jair Bolsonaro é o primeiro da lista em fake news positivas. O levantamento teve repercussão em veículos internacionais como The New York Times e Financial Times.

Para completar a campanha iniciada nesta semana, a Abril realiza em 24 de abril o evento Amarelas ao Vivo. O tema da edição é Como as redes sociais e as fake news podem afetar as eleições, o Brasil e você. Já estão confirmados nomes como Jaime Duran Barba, uma das principais referências em marketing político digital – ele coordenou a campanha da vitória de Mauricio Macri, na Argentina; Pablo Ortellado, pesquisador da USP, maior referência em estudos de fake news política no Brasil; Ricardo Boechat, jornalista e âncora Band TV e BandNews FM; Nizan Guanaes, publicitário, e Bia Granja, fundadora do YouPix, plataforma de eventos, educação, análise e informação de tendências digitais.

15 de fevereiro de 2018

Sua empresa está preparada para a Inteligência Artificial?

Lá pelos idos dos anos 1990, a separação entre criativos e equipe de mídia retratada na série Mad Men ainda era forte. Essa divisão tornou-se um abismo com o advento da mídia interativa e depois programática. Funções e departamentos de tecnologia tinham de ser criados e raramente interagiam com as “pessoas das ideias”. A criação desenvolvia para as marcas histórias que ainda eram de tamanho único. Agora, a Inteligência Artificial, ou IA, está se infiltrando no processo criativo com enormes implicações.

O machine learning, disciplina da IA que aborda as necessidades do marketing, promete superar esse abismo, ao criar experiências relevantes não apenas no que diz respeito ao comportamento demográfico e de compras de um consumidor, mas também com o tom exato e o visual apropriado para essa pessoa em tempo real. Mad Men era sobre a era da cultura e do marketing de massa. Em um mundo de evasão de anúncios e fragmentação da mídia, a Inteligência Artificial impulsiona o mecanismo que vai revolucionar a criação, oferecendo o melhor em experiências de marketing personalizadas.

Para entender melhor onde estamos em relação à IA, a Criteo encomendou à IDC uma pesquisa global com quase 500 executivos de marketing. O estudo “Can Machines Be Creative” ou “As máquinas podem ser criativas?” procurou compreender o quanto estes profissionais sabem sobre Inteligência Artificial, como este recurso vem sendo implementado em suas empresas e quais são as prioridades imediatas. E o primeiro passo nesta jornada é a personalização. Para a maioria dos entrevistados, algum nível de otimização criativa está acontecendo agora: 87% dizem que suas empresas atualmente usam tecnologias digitais para personalizar a comunicação até certo ponto. Destes, 34% afirmam que isto é feito “em grande medida”.

Mas o que exatamente vem sendo feito quando o assunto é personalização? Dos respondentes, mais da metade customiza imagens (58%) e taglines (57%). Boa parte também usa personal naming (57%) e formatação (55%). Quase metade utiliza para otimizar a criação (49%). Já 46% personalizam o call to action. Estes, inclusive, são os mais satisfeitos no que que diz respeito à efetividade. O mais importante é que mais de 30% dos entrevistados que não estão trabalhando com personalização agora, planejam fazê-lo.

O próximo passo é empregar machine learning, ou algoritmos que se tornam mais inteligentes ao longo do tempo sem programação adicional, para automatizar a personalização. A enorme quantidade de tempo que as agências perdem na criação, nos testes e otimização, pode ser poupado com estes recursos. Nesta esfera o awareness é alto, mas a implementação é baixa. Entre os participantes da pesquisa, apenas 17% afirmam não ter familiaridade com essa tecnologia, mas somente 14% já a utilizam. Diante deste quadro, podemos concluir que há muito espaço para melhorias.

Os profissionais de marketing acreditam que a Inteligência Artificial pode fazer o que a criatividade sempre deveria fazer: gerar associação de marca positiva e aumentar as vendas.

Eu acredito firmemente que a Inteligência Artificial e o machine learning também irão contribuir para uma publicidade mais eficiente, tanto no que diz respeito à postura de produção quanto ao nível de satisfação do cliente.

Então o que você precisa fazer agora?

Eduque sua equipe: a falta de experiência interna pode ser o seu maior impedimento para avançar. Na verdade, este foi o principal fator citado pelos executivos na pesquisa do IDC. Mantenha um dia de IA com os fornecedores presentes. Circule materiais educacionais e crie incentivos para a participação. Certifique-se de que todos os departamentos participem para que os geeks e os criativos juntos compreendam onde isso pode ser aplicado.

Destrua os silos: IA e machine learning nunca funcionarão no seu potencial máximo se os dados sobre atividades de compras offline e online forem separados. Tenha em mente que os consumidores são realmente “omnishoppers”. Eles usam uma variedade de dispositivos e canais para interagir com varejistas e marcas. O aprendizado automático da máquina ajudará no processo de analisar conjuntos de dados diferentes e também de informar os criativos com esse conhecimento avançado.

Separe a Inteligência Artificial do negócio real: no mundo da tecnologia de anúncios, quase todos estão reivindicando algum nível de implementação de IA. Quais são as verdadeiras capacidades dos sistemas que um fornecedor está oferecendo? Eles têm abordagens do mundo real para demonstrar ou são apenas mestres do jargão?

Teste e aprenda: reserve 10% do seu orçamento e faça testes A/B de campanhas que utilizem o machine learning versus uma abordagem mais tradicional. Determine a melhoria observada no desempenho e na otimização de processos.

Quando 2018 chegar ao fim, acredito que estaremos em um lugar melhor e muito mais criativo, com grandes eficiências alcançadas e uma melhor experiência do consumidor. Só precisamos fazer isso acontecer.

Alessander Firmino é diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina

20 de dezembro de 2017

Os desafios da assessoria de imprensa na era da convergência midiática

Por Jeremias Barreto via Observatório de Imprensa

blog18A convergência midiática, talvez, tenha sido a grande revolução do século XX em termos de mudanças de hábitos e comportamentos sociais. A cada década que avançamos somos surpreendidos com os progressos nos meios de comunicação. Transmissões via rádio, programas de televisão, ligações por telefone, fac-símile, e-mail, SMS, WhatsApp e uma infinidade de possibilidades ampliaram a nossa forma de dialogar com o mundo.